Museu das Minas e do Metal divulga intensa programação de março

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Cultura, arte e lazer na programa do MM Gerdau

Destaques são ações do educativo do Museu voltadas para o urgente debate a respeito da ocupação urbana e da permeabilidade da capital mineira, além de atividades que problematizam a participação feminina no campo da ciência e oficinas voltadas para o público 60+.

Dando sequência à atuação cultural em 2020, após a temporada carnavalesca que tomou conta da cidade, O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal contará com uma programação intensa e diversificada ao longo de todo o mês de março. A proposta da curadoria é promover ações que estabeleçam uma sinergia contínua entre os campos das artes, ciência e tecnologia, por meio de atividades que reflitam temas atuais e reverberem iniciativas que evidenciem a valorização da diversidade de expressões culturais e educativas.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Em um ano de enchentes históricas, a capital mineira passou, mais uma vez, a debater sobre os córregos e ribeirões que correm sob o asfalto da cidade, além de questionar os órgãos responsáveis quanto as medidas necessárias ou já tomadas para que os desastres deste ano não voltem a acontecer. Desta forma, reforçando sua responsabilidade como importante espaço cultural provocador de reflexões e celebrando o Dia Mundial da Água (22 de março), o MM Gerdau promove duas atividades inéditas que abordam a problemática das chuvas e da ocupação urbana de Belo Horizonte.

Na quinta-feira, 19 de março, o Museu promove às 19h30 a mesa redonda “Os rios e o novo Plano Diretor de BH”, que receberá o consultor em planejamento urbano e ambiental Edézio Teixeira, além de Rogério Palhares Zschaber, Doutor em Geografia pela UFMG (2009), Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela University of Rhode Island nos Estados Unidos e Arquiteto e Urbanista graduado na UFMG. A conversa tem como proposta conectar às políticas públicas de permeabilidade do solo e os projetos urbanos já realizados e propostos pelas instituições oficiais, debatendo, questionando e vislumbrando os efeitos na malha urbana da cidade.

As inscrições gratuitas podem ser feitas mediante a retirada de ingresso na plataforma do Sympla pelo link (https://www.sympla.com.br/debate-os-rios-e-o-novo-plano-diretor-de-bh—com-edezio-teixeira-e-rogerio-palhares__806443) ou então de forma presencial previamente ao início do evento.

Outra atividade voltada para o tema será a “Bicicletada pelo Córrego do Leitão: Memória viva sob o asfalto”, que no sábado (21 de março), às 10 horas da manhã, convida o público a um encontro na Praça República do Líbano para uma bicicletada onde existe, mesmo que canalizado ao longo da história da cidade, o Córrego do Leitão. A proposta é percorrer trechos do córrego que dá lugar a importantes vias e ruas de Belo Horizonte, apontando e identificando os componentes que indicam a presença de um rio sob o asfalto por meio da leitura da paisagem, de elementos paisagísticos e urbanísticos, além de memórias construídas pela relação entre o rio, o meio urbano e as sociedades.

Estas iniciativas são uma realização do CoMciência, programa de divulgação científica do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal em parceria com o Museu Abílio Barreto, que receberá a bicicletada ao longo do trajeto para uma roda de conversa sobre o tema. A proposta é tratar os rios e os ribeirões da cidade enquanto memória e patrimônio de Belo Horizonte, combinando o recorte curatorial de ambos os museus

O CoMciência, desde 2013, busca trazer temas atuais para debates, por meio de palestras e rodas de conversas, além de oferecer cursos ligados a temáticas científicas, mostras e feiras em parceria com instituições de ensino. Como museu de ciência e tecnologia, a ideia é desmistificar a ciência como lugar intocável, de difícil compreensão ou distante do universo da maioria das pessoas.

ATIVIDADE MÊS DA MULHER (OBSERVAÇÃO)

Celebrando o Dia Internacional da Mulher, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal recebe na quinta-feira (12 de março), às 19h30, o Coletivo Cientistas Feministas para o debate “Mulheres na Ciência”. Durante o encontro será debatida a participação feminina na ciência e os obstáculos enfrentados, sejam eles o preconceito, assédio, o impacto da maternidade na carreira, assim como as diversas conquistas e a importância da participação e realização feminina no segmento e campos de pesquisa cientifica.

O debate será mediado por Beatriz de Barros Souza e Fernanda Maria Policarpo Tonelli, ambas do coletivo Cientistas Feministas, com a presença das convidadas Isabela de Andrade Pena Miranda Corby, Alessandra Ribeiro e Mariah Brochado Ferreira. As inscrições gratuitas podem ser realizadas mediante retirada de ingresso no link do Sympla (https://www.sympla.com.br/roda-de-conversa-mulheres-na-ciencia—com-o-coletivo-cientistas-feministas__806384).

O coletivo Cientistas Feministas surgiu da ideia da bióloga Carolina Bianchi de democratizar o conhecimento científico em linguagem acessível e, ao mesmo tempo, incentivar e possibilitar que outras mulheres participassem desse processo de produção e difusão do conhecimento. Desta forma, em 2015, foi criado o blog Cientistas Feministas (escrito, editado, revisado, ilustrado e gerenciado por mulheres) para discutir assuntos relevantes para a sociedade como um todo, mas especialmente temas que se relacionam ao feminismo, ciência e mulheres de maneira geral.

As escritoras que contribuem para a geração de conteúdo são mulheres especializadas em diversas áreas do conhecimento, produzindo em oito frentes: astronomia, biociências, ciências da saúde, ciências humanas e sociais, física, matemática, química e a coluna “em off: feminismo ”. A mobilização de mulheres feministas, cursando pós-graduação ou já pós-graduadas, ativistas no âmbito acadêmico em diferentes áreas do conhecimento possibilitou que o conceito do blog se expandisse para a geração de um coletivo. Este coletivo de cientistas feministas simboliza a representatividade de mulheres cientistas, capazes e resistentes no mundo acadêmico.

O encontro na quinta-feira também é uma parceria do CoMciência, programa de divulgação científica do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal que, desde 2013, busca trazer temas atuais para debates, por meio de palestras e rodas de conversas, além de oferecer cursos ligados a temáticas científicas, mostras e feiras em parceria com instituições de ensino.

Dando sequência na temática, também se destaca a oficina “Tecer Estrelas”, promovida pelo núcleo Educativo do Museu, às terças, quartas e sextas-feiras, das 13h às 17h30, e nas quintas-feiras, das 18h às 21h, ao longo de todo o mês de março.

A oficina é uma das ações integram o “Mulheres Sensacionais” – o escopo temático do Educativo do Museu – que irá abordar ao longo de 2020 o papel e a importância da mulher nas ciências. Em março, a área científica será e Astronomia e, desta forma, a oficina buscará discutir as definições de feminino e masculino na ciência, bem como nos saberes tradicionais, desenvolvendo as práticas que mostram como a temática das mulheres na ciência é infinitamente mais complexa que a simples participação em pesquisas ou mesmo o número de prêmios nobeis vencidos. A sua exclusão dos laboratórios, universidades, ou mesmo o apagamento de seus saberes tradicionais são partes de um conjunto maior de uma visão de ciência que nasceu e se perpetuou de forma excludente.

A atividade propõe experimentos com a costura e o bordado, atrelados À maneira como os estudos astronômico tecem, de fato, linhas, caminhos e interpretações das constelações, transitando entre essas costuras da humanidade, como as do céu, por diferentes orientações e do mítico juntar dos pontos nas histórias, na ciência e no bordado.

MEET UP – CoMciência

Ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo são fundamentos essenciais para o desenvolvimento econômico e social de um país. Para aprofundarmos neste assunto tão importante, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, em uma parceria com a Fundep – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (UFMG), promovem o Meetup “Vamos Falar de Ciência Empreendedora?”, um encontro dedicado à conexão e troca de experiências entre empreendedores e pesquisadores.

O objetivo do encontro, que será realizado na quinta-feira (05 de março), às 18h30, é levantar um debate sobre como agilizar e fortalecer a transposição da pesquisa científica para as práticas empreendedoras, mostrando o enorme potencial transformador dessa sinergia e a sua relevância para o benefício da sociedade.

Uma notícia de destaque é que este encontro integra a programação de eventos que antecedem o Lemonade 16 e o Outlab 2ª edição. O Lemonade é um programa de aceleração de startups cujo objetivo é auxiliar no desenvolvimento de novos negócios e está com as inscrições abertas para sua 16ª edição. Já passaram pelo programa cerca de 400 startups e mais de 1000 empreendedores.

Já o Outlab, que terá sua 2ª edição em breve, é um programa pioneiro de aceleração exclusivo para laboratórios de pesquisa, tendo recebido 25 laboratórios da UFMG em seu 1º ciclo, realizado em 2019. Ambas iniciativas são co-realizadas pela Fundep e pela UFMG.

PÚBLICO INFANTIL

Oferecendo atividades voltadas para o público infantil, O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal recebe no dia 28 de março, a partir das 10h, o lançamento do livro “Cadê o Cabelo da Mamãe?”. Voltado a crianças de 3 – 5 anos de idade, este belo livro nasceu com o intuito de auxiliar crianças no entendimento quanto ao adoecer oncológico de mães e outras possíveis pessoas com as quais mantêm conexões afetivas.

No livro, narra-se a história de um garotinho que precisa lidar com o adoecimento de sua mãe. Suas dúvidas, medos e esperanças são mostrados, de forma suave e empática, tendo como foco, a relação mãe e filho. O livro é resultado do Projeto de Conclusão do Curso de Graduação em Design, pela UFMG, da Designer Ana Paula Pacheco que, depois de passar pela difícil experiência de superar um linfoma, nos anos de 2011 e 2012, prometeu a si mesma que faria de sua profissão um meio de ajudar pessoas que precisam encarar, de frente, essa batalha difícil e desconhecida.

Também no sábado, o Museu realiza a oficina “Meu Primeiro Game” em uma parceria especial com a “Ctrl+Play – Escola de Programação e Robótica”, traz ao público a oficina “Meu primeiro Game”, direcionada a crianças e jovens com objetivo de proporcionar uma experiência marcante, unindo o lúdico e a tecnologia. A atividade subverte a relação dos pequenos com os jogos eletrônicos, uma vez que convida os participantes não a jogarem, mas sim a desenvolver seu próprio game utilizando o programa Scratch (MIT) e a placa Makey Makey.

Serão ao todo 3 (três) turmas com 12 vagas cada, começando às 13h30 (turma 01), seguida pela turma 02 às 14h45 e a turma 03 às 16h. A oficina será realizada pelo Professor Pedro Souza Rodrigues, que é formado em Jogos Digitais pela PUC-MG e é Instrutor de Programação e robótica na Ctrl+Play.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Expandindo o tema do desenvolvimento sustentável abordado em atividades ao longo do mês de fevereiro, o Museu das Minas e do Metal recebe na quinta-feira (05 de março), a Profa. Andrea Abrahão junto ao grupo “O Mundo Que Queremos”, para uma conversa sobre o papel central da educação no desenvolvimento sustentável.

Durante o encontro, a professora abordará os desafios enfrentados por diferentes áreas da educação na contemporaneidade para assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, relacionando como este contexto é importante para a conscientização quanto ao desenvolvimento sustentável.

A convidada é Engenheira Química de carreira respeitada e diversas formações e especializações complementares, que atualmente trabalha no Centro Universitário Newton Paiva como professora do curso de Engenharia Química e coordenadora do Smart Campus Newton, um laboratório vivo, que busca solucionar problemas reais, conectando a comunidade acadêmica, mercado e sociedade, por meio de projetos que tornam as cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis.

As inscrições gratuitas podem ser realizadas por meio de retirada de ingresso no Sympla: https://www.sympla.com.br/educacao-e-desenvolvimento-sustentavel—o-mundo-que-queremos-convida-a-profa-andreia-abrahao__801152.

ENSAIO ABERTO

Apresentando atividades voltadas para a música, o MM Gerdau promove a última apresentação da programação Ensaio Aberto ao receber na quinta-feira, 26 de março, às 19h30, dois importantes nomes da nova cena musical erudita e popular de Belo Horizonte: o violonista Lucas Telles e a pianista Luísa Mitre. Ambos os músicos são compositores e instrumentistas premiados, que desenvolveram desde 2009, quando se conheceram na faculdade de Música da UFMG, uma afinidade e parceria em diferentes projetos.

O Duo de violão e piano teve início ainda no período inicial do contato dos músicos, quando se apresentaram em concertos de música erudita e em projetos de música popular na cidade de Belo Horizonte. Nessa mesma formação têm se apresentado com regularidade ao longo desses anos, juntando um amplo repertório e ampliando a sintonia musical.

Para a apresentação no Museu das Minas e do Metal, o Duo pretende apresentar ao público o repertório de composições que são resultado das influências e estilos que fazem parte da história do músicos, passando por grandes compositores como Villa-obos e Radamés Gnattali, além de referências do cancioneiro popular brasileiro como Tom Jobim e César Camargo Mariano. Durante o encontro, Mitre e Telles também apresentam composições autorais próprias que prezam pelo equilíbrio sonoro entre piano e violão, buscando uma musicalidade arrojada e demonstrando o balanço típico da música brasileira.

EXPERIMENTA 60

Dando sequência às atividades do projeto Experimenta 60, voltado para a ocupação dos espaços do MM Gerdau com intervenções culturais, artísticas e educativas para a população 60+ de Belo Horizonte, o Museu promoverá três atividades que envolvem as áreas de teatro, canto e cinema.

A primeira delas é a Oficina de Teatro, atividade quinzenal realizada às quartas-feiras (04 e 18 de março), a partir das 09h30, que visa o uso dos exercícios teatrais para fomentar o protagonismo social do sênior como sujeito ativo e participativo social, capaz de contribuir com suas experiências para situações cotidianas pessoais e da sociedade. Assim, técnicas teatrais serão utilizadas como meio de expressar sentimentos e também de colocar-se no lugar do outro, gerando uma reflexão sobre atitudes pessoais perante situações corriqueiras e comuns.

A segunda atividade do “Experimenta 60” é a Oficina de Coral Performático realizada nas quartas-feiras (11 e 25 de março), às 09h30. O Coral tem como foco trabalhar a qualidade de vida, proporcionando acesso à educação musical como terapia, além de promover o protagonismo 60+ por meio do desenvolvimento criativo e expressivo do ser. A atividade desenvolve-se por meio de ensaios para canto livre associado a performances teatrais no intuito de motivar a livre expressão dos participantes. A visão de um coral performático também areja a tradicional atividade de coral, tão buscada pelo público 60+, mas com a surpresa das performances, atualizando-se, assim, tal atividade para os “novos 60+”. Essa também é uma maneira de atrair pessoas mais jovens, fomentando a intergeracionalidade.

A terceira atividade do “Experimenta 60” é a estreia das oficinas de cinema do projeto, na terça-feira (31 de março) a partir das 14h. Ao longo dos encontros, serão realizadas sessões de cinema comentadas, trabalhando a sétima arte como base para um diálogo descontraído sobre a melhor forma de lidarmos com nossos sentimentos e emoções enquanto envelhecemos.

A proposta é transformar uma sessão de cinema em um espaço coletivo para seleção de filmes que fomentem o debate, o aprendizado, a troca e o autoconhecimento. Trata-se de uma oficina mediada, com pausas em cenas de destaque, provocando relatos dos sentimentos e impressões do momento e utilizando as cenas como facilitadoras de expressão. A atividade Cine60 terá sequência de forma trimestral.

Ao longo do mês de março, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ainda promove duas atividades do Ateliê 60+ e do Lab60+, que podem ser conferidas no site do museu.

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

Todas as atividades listadas acima são gratuitas. A programação completa do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal está disponível no site: http://www.mmgerdau.org.br/programe-se/

SOBRE O MM GERDAU O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 20 áreas expositivas, estão 44 exposições que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências.

O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, sede do Museu, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau. O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a expografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas.

O Museu funciona de terça a domingo, das 12 às 18h, e na quinta, das 12 às 22h, entrada franca. Para além da exposição permanente, o MM Gerdau oferece uma programação diversa e para todas as idades. Todas as atividades são gratuitas.

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal é patrocinado pela Gerdau, via lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

:: SERVIÇO::

PROGRAMAÇÃO DE MARÇO MM GERDAU – MUSEU DAS MINAS E DO METAL

PROGRAMAÇÃO COMPLETA: http://www.mmgerdau.org.br/programe-se/

03, 10, 17, 24 e 31 de março – Ateliê 60 +*

Horário: 9h30

Entrada gratuita. Vagas limitadas.

*O Ateliê 60+, que acontece todas as terças-feiras, promove atividades de pintura livre para terceira idade, utilizando a técnica acrílica sobre tela, ministrado por Gal Rosa.

Sobre Gal Rosa: Há 16 anos, Gal Rosa atua como terapeuta ocupacional gerontóloga, empreendedora social, pintora e artesã. Como pintora, é autodidata desde infância, tendo sido aluna de Cecília De Caux, em Itabira, cidade onde nasceu, e de Selma Weissmann, em Belo Horizonte, cidade onde vive desde os 17 anos, quando veio para estudar. Como terapeuta ocupacional, Gal Rosa formou-se pela UFMG em 2002, mas, desde 2000, atua na área da gerontogeriatria. Em janeiro de 2016, concluiu sua especialização em Gerontologia, pela Faculdade São Camilo.

03 a 31/03 – Tecer Estrelas

Horário: terças, quartas e sextas-feiras (13:00 às 17:30), quintas-feiras (18:00 às 21:00)

Faixa etária: Livre

As constelações, esses caminhos traçados em pontos no céu, foram inventadas pelo ser humano. Assim, conforme as suas respectivas culturas, cada povo elaborou as suas próprias constelações. Da mesma forma, os seres humanos desde sempre teceram histórias: Fábulas, Mitos, Epopeias, Contos, dentre outras. Muitas vezes essas histórias eram contadas ao observar as estrelas, enquanto as mãos alinhavam os tecidos. Mas de quem eram essas mãos? Que histórias eram essas?

Essa oficina buscará discutir as definições de feminino e masculino na ciência, bem como nos saberes tradicionais. Transitando entre essas costuras da humanidade, como as do céu, por diferentes orientações e do mítico juntar dos pontos nas histórias, na ciência e no bordado. Assim, simbolicamente, no ato de bordar, tecer novos mitos, significados ou universos para si.

04/03 – Experimenta 60+ – Oficina de Teatro

Horário: 9h30

Público: 20 participantes

Periodicidade: Quinzenal

Duração: 2 horas/encontro

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

05, 12, 19, 26 de março – Encenações: Conversa com a Pedra

Data: 05, 12, 19, 26 de março

Horário: sessões entre 16h30 e 18h

Faixa etária: Livre

Uma pedra? O que será que tem dentro dela? Salas grandes e vazias? Ou cheias de
coisas? Inspirados no poema "Conversa com a Pedra"de Wislawa Szymborska, o Projeto Encenações do MMGerdau Museu das Minas e do Metal apresenta uma adaptação cênica da obra da escritora polonesa.

05/03 – Bate-papo “Educação e Desenvolvimento Sustentável”, O Mundo Que Queremos convida a Profa. Andrea Abrahão

Horário: 19h30

Entrada gratuita. Sujeito à lotação do espaço.

Sobre Andréia Abrahão Sant’Anna: é Engenheira Química (UFRJ, 2005) e Pós-Graduado em Automação Industrial (UFMG, 2011), Gestão de Projetos (IETEC, 2012) e Engenharia de Segurança do Trabalho (PUC-MG, 2018). Trabalhou em uma empresa de consultoria em Engenharia no período de 2004 – 2016 em diversas áreas, incluindo a Coordenação da Disciplina de Processo. Atualmente trabalha no Centro Universitário Newton Paiva, como professora do curso de Engenharia Química e coordenadora do Smart Campus Newton, um laboratório vivo, que busca solucionar problemas reais, conectando a comunidade acadêmica, mercado e sociedade, por meio de projetos que tornam as cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis.

05/03 – Meet Up: Vamos falar de Ciência empreendedora?

Realização: Fundep (UFGM) + CoMciência (MM Gerdau)

Horário: 18h30

Este encontro integra a programação de eventos que antecedem o Lemonade 16 e o Outlab 2ª edição. O Lemonade é um programa de aceleração de startups cujo objetivo é auxiliar no desenvolvimento de novos negócios e está com as inscrições abertas para sua 16ª edição.

11/03 – Experimenta 60+ – “Oficina de Coral Performático”

Horário: 9h30

Público: 20 participantes

Periodicidade: Quinzenal

Duração: 2 horas/encontro

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

12 de março – CoMciência – Roda de Conversa “Mulheres na Ciência” com Coletivo Cientistas Feministas

Horário: 19h30

Ingressos gratuitos: https://www.sympla.com.br/roda-de-conversa-mulheres-na-ciencia—com-o-coletivo-cientistas-feministas__806384

Sobre o Coletivo Cientistas Feministas: O Coletivo surgiu da ideia da bióloga Carolina Bianchi de democratizar o conhecimento científico em linguagem acessível, e ao mesmo tempo incentivar e possibilitar que outras mulheres participassem desse processo de produção e difusão do conhecimento. Foi criado então, em 2015, o blog Cientistas Feministas (escrito, editado, revisado, ilustrado e gerenciado por mulheres) para discutir assuntos relevantes para a sociedade como um todo, mas especialmente temas que se relacionam ao feminismo, ciência e mulheres de maneira geral. A mobilização de mulheres feministas, cursando pós-graduação ou já pós-graduadas, ativistas no âmbito acadêmico em diferentes áreas do conhecimento possibilitou que o conceito do blog se expandisse para a geração de um coletivo. Este coletivo de cientistas feministas simboliza a representatividade de mulheres cientistas, capazes e resistentes no mundo acadêmico.

Sobre Beatriz de Barros Souza: Membro do coletivo Cientistas Feministas. Doutoranda em Psicologia pela UFES, Mestra em Direitos Humanos pela USP (2017) e Bacharel em Relações Internacionais pela PUC-SP (2011). Atualmente, pesquisa o apoio psicossocial a refugiados com bolsa CNPq, sob orientação do Prof. Dr. Agnaldo Garcia (UFES).

Sobre Fernanda Maria Policarpo Tonelli: Membro do coletivo Cientistas Feministas. Mestra e Doutora em Bioquímica e Imunologia (UFMG). Bacharela em Bioquímica (UFSJ). Atuou como professora substituta de Bioquímica na UFSJ e como membro fundador na diretoria de ONG para divulgação científica e pesquisa. Realizou residência pós-doutoral em Biologia Celular (UFMG). É uma das ganhadoras do Prêmio Para Mulheres na Ciência 2017 (L’Oréal/ABC/UNESCO) e figurou na lista Under30 da Forbes Brasil 2019.

Sobre Isabela de Andrade Pena Miranda Corby: Advogada Popular, formada em Direito pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte há 10 anos, mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais e Doutoranda em Direito da Linha História, Poder e Liberdade pela mesma instituição. Advogada na Assessoria Popular Maria Felipa, atuando em conflitos de Direitos Humanos, demandas envolvendo violências institucionais, em conflitos familiares e também advoga no Projeto “Solta Minha Mãe”, financiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos. Professora atualmente das disciplinas Hermenêutica Jurídica, Direitos Humanos no Curso de Direito das Faculdades Promove de Belo Horizonte. Integrante do Grupo de Pesquisa Tempo, Espaço e Sentidos de Constituição e do Grupo de Pesquisa Grupo de Estudos Africanos e Pós-Coloniais na Universidade Federal de Minas Gerais. Ocupou o cargo de Presidenta da Comissão de História do Direito da OAB/MG (triênio 2013/2015). Principais áreas de pesquisa são História do Direito – sobretudo a presença da Inquisição Portuguesa nos territórios coloniais mineiros, no século XVIII e as denúncias por Feitiçaria – Teoria da Constituição, Direito Constitucional, Hermenêutica e Direitos Humanos.

Sobre Alessandra Ribeiro: Jornalista do projeto Minas Faz Ciência, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), e autora do e-book ‘Mulher faz ciência’. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UFMG, onde estuda o movimento #MaternidadenoLattes. Atua como repórter e apresentadora da Rádio UFMG Educativa.

Sobre Mariah Brochado Ferreira Professora: Associada da Faculdade de Direito da UFMG. Doutora e Mestre em Direito pela UFMG, com Pós-Doutorado pela Universidade de Heidelberg, Alemanha. Coordenadora do projeto Mulheres por Minas- o feminino em ação. Coordenadora do canal EXIBIDAS.

Entrada gratuita. Sujeito à lotação do espaço.

17, 18, 19, 20 e 21 de março – Água Virtual

Horário: 13h às 17h30 (terça, quarta, sexta-feira), 16h às 21h (quinta-feira)

Faixa etária: Livre

Você sabia que para produzirmos um computador gastamos em média 31.500 litros de água? Nesta dinâmica, serão abordados os usos indiretos dos recursos hídricos por meio de diversos bens de consumo.

Duração: aproximada de 15 minutos

17, 18, 19, 20 e 21 de março – Painel “Somos Todos Água”

Horário: 13h às 17h30 (terça, quarta, sexta-feira), 16h às 21h (quinta-feira).
Faixa etária: Livre

Que tal fazer uma fotografia em homenagem ao Dia Mundial da Água? Oferecemos um lindo painel que traz informações sobre o percentual de água que compõe o nosso organismo e que visa sensibilizar os visitantes para a importância da água em nosso organismo. Simples, eficiente e sem contraindicações, a água transporta nutrientes e oxigênio para as células, dissolve vitaminas e sais minerais dentro delas, ajuda a desintoxicar os rins, dá flexibilidade aos músculos, lubrifica as juntas ósseas e refrigera o corpo ao expulsar pela pele o suor aquecido, sendo, portanto, imprescindível à vida. Depois do clique, você pode postar sua foto nas mídias sociais, usando a hashtag #somostodossagua #diamundialdaagua, marcar o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal e multiplicar essa ideia.

18/03 – Experimenta 60+ – Oficina de Teatro

Horário: 9h30

Público: 20 participantes

Periodicidade: Quinzenal

Duração: 2 horas/encontro

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

19/03 – CoMciência: “Os rios e o novo Plano Diretor de BH” com os convidados Edézio Teixeira e Rogério Palhares

Horário: 19h30

Entrada gratuita. Sujeito à lotação do espaço.

Retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br/debate-os-rios-e-o-novo-plano-diretor-de-bh—com-edezio-teixeira-e-rogerio-palhares__806443

Sobre Edézio Teixeira de Carvalho: é consultor em planejamento urbano e ambiental. Engenheiro Geólogo (Escola de Minas, UFOP, 1971) e Mestre em Geologia de Engenharia (Universidade Nova de Lisboa, Portugal, 1984). Atuou na Petrobrás (1971 -1973), na Transcon (1975-1976) e em ensino no IG-UFMG (1976-1995). Coautor do Capítulo 39 – Gestão Municipal, do livro Geologia de Engenharia e Ambiental, da ABGE (no prelo). Diretor da Geolurb Ltda., desde 1976.

Sobre Rogério Palhares Zschaber de Araújo: é Doutor em Geografia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009) e Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela University of Rhode Island nos Estados Unidos (1985), possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1979), especialização em Gestão Urbana pelo Institut Supérieur d?Architecture La Cambre, Bélgica (1989) e Pós doutorado realizado na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa em Portugal (2016-2017). Foi consultor da Práxis Projetos e Consultoria Ltda. da qual é sócio-fundador entre 1989 e 2014, atuando principalmente nas seguintes temáticas: regulação urbana e ambiental, licenciamento ambiental e urbanístico, requalificação de áreas centrais e assentamentos precários, gestão do patrimônio cultural, uso do solo e recursos hídricos. Desde 2009 na UFMG, é professor associado do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura, no qual leciona e desenvolve trabalhos de pesquisa e extensão nas áreas de planejamento urbano e ambiental. É membro colaborador do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG (NPGAU) e do Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Lisboa, FAUL.

21 de março – “Bicicletada pelo Córrego do Leitão: memória viva sob o asfalto”

Data: 21/03

Horário: 10h

Local de encontro: Praça República do Líbano

Quais elementos paisagísticos podem nos indicar que por debaixo de uma rua corre um rio? Percorreremos trechos do leito do Córrego Leitão, canalizado ao longo da história da cidade, e onde hoje – acima dele – encontram-se importantes ruas e avenidas de Belo Horizonte. Ao longo deste percurso, pretendemos identificar os componentes que indicam a presença de um rio sob o asfalto por meio da leitura da paisagem, além de memórias construídas a partir da relação entre o rio, o meio urbano e as sociedades.

24/03 – LAB60+ Café – bate-papo sobre Longevidade

Horário: 18h30

Mais informações e inscrições: www.lab60.me e pelo whatsapp: 31 98516 8710

Entrada gratuita. Sujeito à lotação do espaço.

O LAB60+ propõe respostas positivas e inovadoras para a longevidade, por meio da conexão entre os diversos atores sociais. Organizações de todos os setores se unem para discutir, propor, implementar, financiar soluções coletivas. Cidadãos vivenciam e resignificam o que é ser e realizar aos 60+ anos.

25/03 – Experimenta 60+ – “Oficina de Coral Performático”

Horário: 9h30

Público: 20 participantes

Periodicidade: Quinzenal

Duração: 2 horas/encontro

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

26/03 – Ensaio Aberto: Duo de piano e violão por Lucas Telles e Luísa Mitre

Horário: 19h30

Entrada gratuita, sujeita a lotação

Sobre o Duo: O duo de piano e violão formado pelos jovens e premiados instrumentistas Luísa Mitre e Lucas Telles nasceu da afinidade e intensa colaboração musical existente entre ambos. Músicos experientes e ativamente atuantes no cenário musical da cidade possuem uma formação musical sólida, que passa por graduação e mestrado em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ambos têm seus trabalhos reconhecidos através de diversos prêmios conquistados: Lucas Telles é ganhador do Prêmio BDMG Instrumental 2013, do I Festival Choro Novo, do Música Independente 2013, Jovem Instrumentista BDMG 2011 e Jovem Músico BDMG 2010, dentre outros. Luísa Mitre foi ganhadora do Prêmio BDMG Instrumental 2018 além do prêmio de Melhor Arranjo, Premio Revelação no Festival Internacional de Piano Solo 2018, além de vencedora do primeiro concurso “Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais” em 2010 e Jovem Instrumentista do BDMG 2013. Em constante pesquisa sobre a música brasileira, o Duo possui um intenso trabalho de colaboração em diversos projetos que tem como foco o Choro e a música instrumental, como o grupo Toca de Tatu (grupo o qual já possui dois CDs gravados e um extenso currículo de apresentações no Brasil e exterior).

28/03, Lançamento do Livro “Cadê o Cabelo da Mamãe?”, por Ana Paula Pacheco

Horário: às 10h

Aberto ao público

Sobre Ana Paula Pacheco: Esse livro é resultado do Projeto de Conclusão do Curso de Graduação em Design, pela UFMG, da Designer Ana Paula Pacheco. Depois de passar pela difícil experiência de superar um linfoma, nos anos de 2011 e 2012, ela prometeu a si mesma que faria de sua profissão um meio de ajudar pessoas que precisam encarar, de frente, essa batalha difícil e desconhecida.

Sobre a Páginas Editora: A Páginas Editora foi criada pela jornalista e escritora Leida Reis, inspirada no seu amor pelos livros e pela crença na realização dos sonhos. Publica livros infantis, juvenis, ensaios, romances, contos, poesias, crônicas e livros paradidáticos.

28/03 – Oficina “Meu primeiro Game”,

Turma 01 – Horário 13h30 às 14h30

Turma 02 – Horário 14h45 às 15h45

Turma 03 – Horário 16h às 17h

Realização: Ctrl + Play e CoMciência (MM Gerdau)

Público: 12 vagas por turma

Faixa etária: entre 7 e 14 anos

Links para inscrições:

Turma 01 https://www.sympla.com.br/oficina-gratuita-meu-primeiro-game—turma-1-comeca-as-13h30__810878

Turma 02 https://www.sympla.com.br/oficina-gratuita-meu-primeiro-game—turma-2-comeca-as-14h45__810891

Turma 03 https://www.sympla.com.br/oficina-gratuita-meu-primeiro-game—turma-3-comeca-as-16h__810904

31/03 – Experimenta 60+ | Oficina Cine 60

Horário: Às 14h

Público: 20 participantes

Periodicidade: Trimestral

Duração: 2 horas/encontro

Inscrições: contato@mmgerdau.org.br ou pelo whatsapp (31) 98516-8710

Assessoria de Imprensa MM Gerdau

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