Covid-19: quais os riscos de prédios e empresas vazios em meio à pandemia?

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Além de todos os transtornos diretos causados pelo Coronavírus, um outro dano colateral pode surgir nos ambientes corporativos: um incêndio. Com a maior parte destes locais vazios, o risco aumenta, já que não há profissionais treinados para identificar princípios de incêndio. Os curtos na rede elétrica estão entre os principais causadores. Sem equipes para fazer a manutenção ou detectar os princípios, os empreendimentos comerciais se tornam locais vulneráveis.

Segundo o último estudo divulgado pela Abracopel, em 2018 foram 656 incêndios com 74 mortes causados por sobrecarga de energia e posterior curto circuito. Um aumento de 23% em relação ao ano anterior. Em 2010, parte do Instituto Butatan foi comprometido em um incêndio. Nessa ocasião, perdeu-se o maior acervo de cobras do mundo. No momento, o local estava vazio. O fogo foi notado inicialmente por um vigia, que não tinha chaves para o prédio e teve de buscá-las na portaria. O galpão não tinha sistemas anti-incêndio.

Nestes cenários, manter um bombeiro civil dentro do ambiente corporativo é uma das saídas para evitar tragédia maior. A aposta em prevenção, um setor considerado essencial, é o que move a Sprink, empresa de prevenção e proteção de vida e patrimônio. Para isso, ela se tornou “os olhos e ouvidos” de grandes companhias que estão de portas fechadas em meio à pandemia.

São mais de 2 mil bombeiros civis em plena atuação distribuídos em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Esse “exército” se reveza para cuidar de grandes empresas. Apesar da diminuição dos riscos de acidentes associados ao fluxo de pessoas, as panes elétricas ainda representam um perigo e pedem cautela. Uma equipe treinada no ambiente comercial, mesmo que vazio, representa segurança ao patrimônio e economia para empresários e lojistas. As rondas e manutenção do espaço serão ainda mais frequentes, garantindo ações efetivas e rápidas caso necessário.

A maioria dos incêndios (63%) em real state, acontecem fora do horário de movimentação, após o fechamento do mesmo, onde os princípios evoluem para um pequeno/medio incêndio. Grande parte desses incêndios acontecem por causa elétrica. O número de Bombeiros Civis para atender a demanda de um empreendimento é contabilizado através de seu risco e área total construída, e não em cima do número da população fixa/flutuante.

É necessário uma equipe completa de Bombeiro Civil para manter a rotina de prevenção, inclusive evitar que um princípio de incêndio evolua para um incêndio de maior classificação. Tendo a equipe completa, os Bombeiros em ronda/inspeção estarão cobrindo toda a área do empreendimento, sendo possível a identificação rápida de qualquer sinistro.

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