Cidades pelo clima preveem expansão de frota de ônibus elétricos em SP

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Rio de Janeiro - Ônibus funcionam durante o período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Na cidade de São Paulo, cerca de 14 mil ônibus atendem ao transporte coletivo municipal.

Apenas 15 são elétricos, mas essa ainda é a maior frota do gênero no país.

Segundo Ilan Cuperstein, vice-diretor regional do Grupo C-40 de Grandes Cidades para Liderança do Clima, com o acordo firmado entre investidores e fabricantes da América Latina, a capital paulista deve ter cerca de 2 mil ônibus elétricos nos próximos dois anos.

Os ônibus movidos a diesel emitem gás carbônico, um dos principais gases que causam o efeito estufa. Com a transição para o modelo de ônibus elétrico, as cidades teriam uma mobilidade coletiva limpa, com zero emissão de poluentes.

Os ônibus elétricos funcionam com baterias que têm cerca de oito anos de vida útil.

Ricardo Gugsber, presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade Sustentável, acredita que os modelos de negócios preveem a reciclagem do material para não ser descartado no meio ambiente.

Além de São Paulo, os investidores pretendem ampliar as frotas de ônibus elétricos na Cidade do México, em Medellín na Colômbia e em Santiago no Chile.

Por Agência Brasil