Rioterra cria Conselho Consultivo para apoiar estratégias de intervenção no Sudoeste da Amazônia

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Para o Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia (Rioterra), a existência de um conselho consultivo tornou-se fundamental em um mundo cada vez mais globalizado, competitivo, onde as mudanças ocorrem com extrema velocidade, influenciadas por acontecimentos do mundo inteiro. A instituição que tem projetos na Amazônia criou o conselho consultivo formado por um grupo de especialistas que se reúnem periodicamente para debater questões da organização e desta forma apoiar estratégias e as tomadas de decisões por meio de um modelo de compartilhamento de experiências e visões de mundo.

Criado no final de 2020, o conselho consultivo atuará no sentido de ter uma avaliação externa e isenta acerca da atuação do Centro em seus principais eixos: redução das vulnerabilidades sociais dos povos da Amazônia, combate à emergência climática e conservação da biodiversidade.

Compõem o conselho: Gerard Moss, criador do projeto “Rios Voadores”, Ana Euler, pesquisadora da Embrapa Amapá, e Werner Würtele, presidente do Fórum Latino Americano, sediado em Berlim. As cadeiras serão ocupadas pelo período de três anos, podendo a participação dos membros ser renovada por igual período.

Os conselheiros convidados se reunirão ordinariamente a cada seis meses, a fim de avaliar e questionar, de forma reflexiva, as estratégias da instituição, na busca de melhores resultados e oportunidades para suas ações. “A ideia é que possamos, juntos, diminuir as diferenças sociais existentes na Amazônia como forma de garantir o acesso a direitos das populações mais fragilizadas. Com isso, tenho certeza de que teremos a redução de atividades emissoras de gases de efeito estufa e maior conservação da biodiversidade. Ou seja, teremos uma sociedade mais crítica, capaz de propor um modelo de desenvolvimento sustentável para região”, afirma Alexis Bastos, coordenador de Projetos do Centro de Estudos Rioterra.